Que Deus? Esse todo poderoso que
nos criou à sua imagem mas não podemos ser invisíveis como ele. Que nos destina
e nos pede penitencia por todo “bem” que nos proporciona?
É do senso comum que um dos temas
de controvérsia, de difícil discussão e de nenhuma conclusão é a religião.
Assim são as coisas abstractas e fruto da criatividade duma sociedade milenar
que se tem a imensa sede de justificar tudo o que acontece neste seu percurso
pela terra. Arriscaria dizer que somos demasiado racionais.. e ignorantes o
suficiente para querer perceber tudo. Desta forma é uma ferramente deliciosa
para que os ambiciosos sem medida se aproveitem da mesma para lucrar à custa da
fraqueza alheia a nível emocional, mental e cultural. Acolhem em seu próprio
beneficio a luxúria conseguida pela crença desmedida dos fieis que julgam
comprar o céu com dinheiro, rezas e artimanhas da feitiçaria. Sim.. porque
inevitavelmente esta actividade esta inter ligada a igreja e afins. Correm o
mundo, pentenciam-se, rezam perdidamente na esperança de que as suas preces
sejam ouvidas por esse ser imponente que niguem sabe quem é.sempre assim foi e
sempre asssim será. Pior que sermos enganados por terceiros é fazermos questão
de nos iludirmos , desacreditando toda a lucidez que nos leva constantemente a
exagerar no sentido da existência de um “bem” e de um “mal”. O bem e o mal
existe porque nos existimos, logo, faz parte de nós e é da nossa obrigação
aceita-lo, ate porque reflectindo, em nada que nos rodeia existe a perfeição. A
perfeição fomos todos nos que a desenhamos para julgar toda e qualquer atitude
humana.

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