terça-feira, 4 de setembro de 2012


 

Vazio cheio de nada.

 

A sensação de preenchimento da alma esporádica, não passa disso mesmo, esporádicamente pontual. Ainda assim iludo-me ao fim de tantos anos, de tantas e imensas experiências que me mostraram a realidade. Passa o efeito ilusório e zango-me com o mundo, ralho com o céu, revolto mares, recrimino pessoas... e tudo passa... quando uma nova ilusão me invade. De nada servem os esforços em busca de racionalidade, somente utéis para me levarem ao cansaço que me coloca a dormir... e de novo iludir.. desta vez em sonhos

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